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sexta-feira, 5 de outubro de 2012

O que é "Plágio" ?

     Plágio é o ato de apresentar alguma obra de qualquer gênero, e não dar o crédito ao autor original, fazendo com que o crédito seja totalmente ao plagiador.

     Se você plagiar tem como consequência ser denunciado pelo autor ou para o Google, que podem retirar o site do ar,  penalizar, perca da força de procura no Google ou até mesmo o desaparecimento. Para evitar todas essas acusações de plágio,  recomenda-se colocar créditos no nome do autor.






     Se o programa não for de direito de todos, somente alguns tem o direito de cópia. Até mesmo programas que são gratuitos, podem conter restrições para o uso comercial. Algumas licenças permitem que você faça uma série de uso sem nenhum aviso, desde que você respeita as leis.
    Alguns programas para detectar plágio on-line são:





http://situado.net/as-consequencias-do-plagio-em-seu-site/
http://wiki.icmc.usp.br/images/8/81/Plagio_Pirataria_RAFR.pdf
http://fititnt.org/plagio-etica-e-crime.html
http://www.abessoftware.com.br/Busca/?terms=plagio
http://www.alourgida.com/como-funciona-o-software-de-plagio.html

sexta-feira, 28 de setembro de 2012

Creative Commons

     Creative Commons é uma entidade sem fins lucrativos, que permite flexibilidade quanto ao uso de programas autorais. A ideia é simplesmente para que o autor permita o uso mais amplo do programa sem infringir os direitos autorais.




     A organização foi fundada em 2001 por Larry Lessig, Hal Abelson e Eric Eldred com apoio do Centro de Domínio Público. As licenças Creative Commons foram criadas para permitir a padronização de vontade ao licenciamento e distribuição de conteúdos culturais em geral (músicas, imagens, filmes, textos), de modo a facilitar seu compartilhamento e recombinação, sob a proteção a cerca do copyleft.
   
http://www.infowester.com/creativecommons.php
http://pt.wikipedia.org/wiki/Creative_Commons
http://www.softwarelivre.gov.br/Licencas/LicencaCcGplBr/

Quem é Richard Stallman ?

     Richard Stallman conhecido por todos como o pai dos softwares livres, começou a se interessar por isso quando trabalhava em um laboratório de inteligência artificial. No laboratório havia uma impressora que estava quase sempre danificada. Como os investigadores tinham acesso ao código fonte do driver da impressora, modificaram o programa para que, a cada dano, ela enviasse um sinal.
      Um dia o laboratório comprou uma nova impressora. Mas ao contrário da anterior, desta vez o driver não era fornecido. Richard Stallman ouviu falar mais tarde de um laboratório que tinha o código fonte do driver, foi lá e responderam que o laboratório tinha comprometido não divulgar o código do driver. Richard sentiu isso como agressão.
      Com isso decidiu criar a "Free Software Foundation", já sabia que era impossível  utilizar um computador sem sistema operacional livre era obrigatório a utilização de programas proprietários, logo começou o primeiro projeto, "o projeto GNU."

http://www.april.org/articles/intro/gnu.html.pt

http://www.april.org/articles/intro/gnu.html.pt#note1

http://computerworld.uol.com.br/negocios/2007/09/11/idgnoticia.2007-08-23.1171671836/

segunda-feira, 3 de setembro de 2012

Licença Apache



 Licença Apache, é usada por um dos projetos mais conhecidos de software livre, o servido Web Apache. A Apache é uma licença que dá autorização e na versão 1.1 seu texto era bastante similar ao da BSD. Em 2004 a licença foi totalmente reescrita e seu texto ficou bem mais longo e complexo, detalhando melhor os direitos concedidos. A primeira parte da licença contém as definições de palavra-chave que serão utilizadas durante a licença.


A principal vantagem da licença Apache:

  • é seus termos estarem definidos de forma mais precisa, deixando menos margem a interpretações com conflitos contra os interesses dos envolvidos;
  •  O fato do texto da licença ser mais extenso do que os vistos anteriormente;
  • é visto como uma desvantagem por algumas pessoas, porém o ganho em precisão compensa esse fato.
  O principal problema da Apache é a sua compatibilidade com a GPL 2.0 ser discutível, dado que ela impõe algumas restrições.

Licença GPLv3



GPLv3, 

     A mais nova versão da GPL lançada em 29 de junho de 2007, depois de um longo período de discussão e revisão, foi criada para evitar algumas situações consideradas indesejáveis pela Free Software Foundation. Além disso algumas partes foram reescritas de forma a adaptar a licença a novas formas de compartilhamento de programa e a deixá-la mais adequada para legislação.
     Um dos principais motivos para mudar para GPLv3 é evitar o fenômeno conhecido como tivoização (em referência ao aparelho TiVo, que funciona como gravador digital de vídeos). O TiVo inclui software derivado do Linux, licenciado sob a GPL 2.0.  Ao mesmo tempo em que as assinaturas restringem a liberdade dos usuários, elas são uma ferramenta de implementação de segurança em alguns sistemas. Para impedir a tivoização é preciso exigir que o fabricante resulte toda informação necessária para instalar versões modificadas do software no aparelho.

     A GPLv3 foi lançada para corrigir algumas brechas que foram verificados no decorrer dos anos com o uso da GPL 2.0, deixando a licença mais alinhada para a visão de copyleft.

    Uma das vantagens da nova versão da GPL é a compatibilidade com um maior número de licenças de software livre.

  Uma desvantagem é que o software que está sob a licença GPL 2.0 não pode ser integrado a software GPLv3, pois essas licenças são incompatíveis.

A Licença LGPL


 Licença LGPL 



           A GNU Lesser General Public Licence, ou LGPL, foi escrita em 1991 pela Free Software Foundation. Passou por grandes modificações no final de 2007 para adequar-se à versão 3 das licenças. Em versões anteriores, a LGPL era uma cópia da GPL com algumas modificações relativas a bibliotecas.

            Para permitir a distribuição de bibliotecas LGPL junto com o software GPL, há também uma cláusula na LGPL que afirmam que pode-se optar por aplicar os termos fa GPL ao invés dessa licença para uma determinada cópia da biblioteca.

  

Vantagens e Desvantagens



           A LGPL é uma licença de alta complexidade, que requer uma observação bastante atenta dos seus termos para evitar seu descumprimento, que pode acarretar em uma ação judicial. contextos de uso da biblioteca diferentes em geral requerem ações diferentes por parte da pessoa usando a biblioteca. Apesar de todos os detalhes presentes na licença, há ainda muita margem para interpretação de casos que não estão bem definidos. Apesar da dificuldade em usar a LGPL, ela é uma licença amplamente adotada, pois combina características permissivas e recíprocas de forma balanceada, trazendo vantagens de ambos modelos.

Licença AGPL


Licença AGPL



A Affero Inc, é uma empresa que têm a missão de trazer a cultura de patrocínio para a Internet.  Ela provê um serviço de hospedagem de páginas pessoais para autores de diversos tipos e integra um sistema de pagamento seguro para que pessoas possam fazer doações. A Affero apóia o desenvolvimento de software livre e, em março de 2002, criou a primeira versão da Affero General Public Licence , ou AGPL. 

            A AGPL é uma adptação da GPL, autorizada pela Free Software Foundation que inclui um termo sobre uso de software através de uma rede.



Vantagens e Desvantagens



           Para a AGPL valem todas as considerações feitas a respeito da GPL. Ela é recomendada para projetos em que há interação via rede e busca-se o copyleft. A AGPL é considerada a mais natural das licenças, portanto deve ser evitada  em projetos em que haja qualquer expectativa de utilização sob outra licença, a não ser que seja adotado um modelo de múltiplo licenciamento.

Introdução


Introdução

      Programas de software livre são de fácil acesso, porém, a obtenção de um programa não significa que a pessoa pode fazer o que quiser. 

      As licenças de software livre são documentos através dos quais os detentores dos direitos sobre um programa de computador autorizam usos de seu trabalho que, de outra forma, estariam protegidos pelas leis vigentes no local.   Além do uso como usuário final, esses usos autorizados permitem que desenvolvedores possam adaptar o software para necessidades mais específicas, utilizá-la como fundação para construção de programas mais complexos, entre diversas outras possibilidades. Neste relatório, veremos como a escolha da licença influencia a forma como o software pode ser usado, desenvolvido e distribuído.


quinta-feira, 23 de agosto de 2012

Projeto GNU

Projeto GNU

         Em 27 de Setembro de 1983, Richard Stallman postou uma mensagem, dizendo que está começando escrever um sistema compatível com o UNIX chamado GNU. Ele cita alguns componentes que seriam incluídos, tais como o núcleo do sistema operacional, Compilador C (um compilador é um programa de computador que, a partir de um código fonte escrito em uma linguagem de programação) e editor de texto, que propõe melhorias em relação ao UNIX. Ele também explica uma mensagem o motivo dele escrever o GNU: segundo seus princípios, se ele gosta de um programa ele precisa compartilhá-lo com outras pessoas que também gostem dele.

         Para continuar usando computadores sem violar seus princípios, ele decidiu criar um conjunto suficiente de software livre para que ele pudesse prosseguir sem usar qualquer software que não fosse livre.

            No início de 1984 Stallman largou o seu emprego e começou a dedicar-se no seu projeto. O primeiro programa criado foi o GNU Emacs, como naquela época não tinham acesso para a internet, Stallman começou a vender cópias do programa. Pouco tempo depois foi desenvolvido o GCC que é chamado de GNU Compiler Collection, um dos programas mais importantes.

          Enquanto o sistema GNU era desenvolvido, também foi sendo formado um conceito chamado Software Livre, levando para a criação da "Free Software Foundation" por Stallman em 1985. Segundo sua definição, um software é livre se:
  • 0. Você tem a liberdade de executar o programa, para qualquer propósito;
  • 1. Você tem a liberdade de modificar o programa para adaptá-lo para suas necessidades (para tornar essa liberdade efetiva na prática, você precisa ter acesso ao código fonte, já que fazer alterações em um programa sem ter o código fonte é muito difícil) ;
  • 2. Você tem a liberdade de redistribuir cópias gratuitamente ou mediante pagamento;
  • 3. Você tem a liberdade de distribuir versões modificadas do programa para que a comunidade possa se beneficiar de suas melhorias.
             Como objetivo do projeto GNU era garantir essas liberdades para os usuários, foi criado um sistema de distribuição chamado copyleft, que é uma forma de usar o conjunto de leis de proteção dos direitos autorais com o objetivo de retirar barreiras para a utilização, difusão e modificação de uma obra criativa devido à aplicação clássica das normas que tinha como função impedir que o software se tornasse fechado.

quarta-feira, 22 de agosto de 2012




Fonte:
http://www.kelseysantos.com.br/categoria-blog/software/1453-tipos-de-licencas-de-software.html
http://pplware.sapo.pt/informacao/alguns-tipos-de-licencas-de-software/
http://www.dinx.com.br/2009/08/diferencie-as-licencas-de-softwares-existentes-freeware-shareware-open-source/
http://www.slideshare.net/vanessasabino/licenas-de-software-livre
http://www.gnu.org/licenses/licenses.pt-br.html
http://www.governoeletronico.gov.br/o-gov.br/comites-tecnicos/sistemas-legados-e-licencas-de-software
http://informatica.hsw.uol.com.br/projetos-open-source6.htm
http://ccsl.ime.usp.br/files/relatorio-licencas.pdf
http://cio.uol.com.br/tecnologia/2009/07/17/as-nove-diferentes-opcoes-de-licenciamento-de-software/
http://lts-i.pcs.usp.br/xgov/pub/anexos_xgov/@0031%20LEITE%20Analise%20das%20licencas%20de%20software.pdf
http://www.ebah.com.br/content/ABAAABHdEAA/relatorio-licencas
http://www.google.com.br/imgres?um=1&hl=pt-BR&sa=N&biw=1517&bih=725&tbm=isch&tbnid=W92GoFvwHHeb-M:&imgrefurl=http://tecnologia.uol.com.br/ultnot/2007/12/20/ult4213u266.jhtm&docid=aJ10oCEO1qPqkM&imgurl=http://te.i.uol.com.br/dicas20071220softwarelivre.jpg&w=208&h=146&ei=387IT4anE-PC0QGmpcF4&zoom=1&iact=rc&dur=216&sig=107832519011580732843&page=1&tbnh=115&tbnw=165&start=0&ndsp=18&ved=1t:429,r:4,s:0,i:78&tx=97&ty=84
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quinta-feira, 16 de agosto de 2012

Licença Mozilla


Licença Mozilla


        Na realidade, um Fire Fox é um panda vermelho, muito parecido com uma raposa que conhecemos, chamado de raposa-de-fogo ou gato-de-fogo. Entretanto, o próprio autor da logomarca, Jon Hicks, afirma que foi inspirado de fato por uma pintura japonesa de uma raposa. Com a ideia tão arraigada da raposa cmo o ícone do Firefox, ela remete ao que o navegador representa: rapidez e agilidade na hora de abrir páginas na internet. Mesmo que não seja exatamente o que você estava pensando, fica difícil de ligar o Firefox a outra figura não para a raposa simpática que tanto conhecemos.



Foi escrita por uma das executivas da Netscape, Mitchell Baker, que tornou-se uma das principais responsáveis pelo projeto Mozilla, atuando como CEO da Fundação Mozilla por um longo período. A licença Mozilla é considerada bem escrita e serviu como modelo para muitas das licenças de software livre comerciais que a seguiram. Ela une características de licenças recípocras e de licenças que dão autorização, portanto também é categorizada como uma licença recíproca que faz parte de tudo. Na licença Mozilla a desmarcação é bastante clara: o código coberto pela licença deve ser redistribuído pelos termos da licença Mozilla, porém esse código também pode ser utilizado em trabalhos ampliados, que podem estar sob outra licença. A lista completa de definições pode ser vista agora:

 “uso comercial” significa qualquer distribuição ou outra forma de deixar o software disponível, não se limitando ao uso por empresas;

“contribuidor” recebe uma definição especial nessa licença, diferindo-o tanto do desenvolvedor inicial como também dos usuários comuns que estão usando o projeto;

“executável” é definido de forma ampla, como qualquer coisa que não pe código fonte;

“código fonte” é definido em mais detalhes do que encontramos nas licenças vistas anteriormente. São permitidos patches e também comprimir o arquivo, desde que o software para descompressão esteja largamente disponível gratuitamente.

  

           A licença Mozilla encoraja trabalhos ampliados, até mesmo alguns tipos de projetos que seriam considerados trabalhos derivados pela lei copyright podem usar outra licença, basta que sejam seguidos os termos da MPL, que em linhas gerai requerem apenas que os arquivos que contém código do trabalho original estejam sob a licença MPL.

          Porém uma desvantagem da MPL em relação para a LGPL é a incopatibilidade com a GPL. Não é possível juntar dos projetos que estejam sob as licenças MPL e GPL, pois MPL obriga que o código original mantenha-se como MPL e a GPL obriga que o trabalho como um todo e consequentemente cada uma de suas partes seja GPL.

Classificação da Licença GNU (GPL)

Classificação de Licenças


A licença GPL pode ser copiada, distribuída e aplicada a qualquer software cujo detentor dos direitos autorais assim desejar. Porém, diferentemente de outras licenças, como a BSD, o texto da GPL não pode ser alterado sem autorização, ou seja, não é permitido que seja feita uma licença derivada dela. NO final da licença, há uma explicação sobre como aplicá-la a um trabalho. A Free Software Foundation recomenda que o autor que usa GPL permita que seu trabalho esteja lecenciado sob a versão mais recente ou qualquer versão posterior, de forma que quando surgir uma nova versão o usuário da licença possa escolher qual das versões estará utilizando. Dessa forma evita-se incompatibilidade entre programas mais antigos e mais novos que optaram por utilizar a GPL.




GNU General Public License (GPL); A licença GPL foi originalmente publicada em Janeiro de 1989. No entanto, passado pouco tempo, ficou claro que o texto da licença comportava vários problemas, pelo que em Junho de 1991 foi publicada a GPL versão 2, sendo ao mesmo tempo introduzida uma nova licença LGPL. Em 2005, Stallman anunciou que estava a preparar uma nova versão da licença em conjunto com Eben Moglen. Essa nova versão, foi chamada de GPLv3 e o primeiro esboço foi publicado em 16 de Janeirode 2006, sendo a versão final lançada em 29 de Junho de 2007.



 A GPL 2.0 inclui um discurso que explica os princípios que baseiam a licença e seus principais objetivos. Apesar desse discurso ser bastante citado nas discussões, ele nao tem valor jurídico, ou seja, por não fazer parte dos termos e condições, suas palavras não precisam ser obedecidas por quem obtém a licença do software. Seu objetivo é apenas melhorar o entendimento da GPL em seu contexto, explicando o que é software livre e sua importância do copyleft.



quarta-feira, 15 de agosto de 2012

Importância do Software Livre


Importância do Software Livre

Estima-se que hoje há milhões de usuários livre no mundo. Se considerarmos também usários, que usam serviços baseados em software livre, como Google, Amozon ou eBay, esse numero é ainda maior, veremos as vantagens e desvantagens.


Vantagens do Software livre



A principal vantagem do software livre é permitir o compartilhamento do código fonte. Como consequência disso, evita-se a duplicação de esforços quando mais de uma entidade está interessada no desenvolvimento de uma aplicação com funcionalidade similares, reduzindo o custo do desenvolvimento. Além disso, autores como Eric Raymond afirmam que software livre tem condições de ter maior qualidade do que seus equivalentes fechados. Uma das justificativas para essa afirmação de Raymond é conhecida como “A Lei de Linus”, que fala “dados olhos suficientes, todos os bugs são superficiais”. Isso significa que com maior número de usuários que tem acesso ao programa e até ao código-fonte, o software é testado melhor e os problemas existentes no código são encontrados mais rapidamente. Outro fator que contribui para qualidade é o orgulho pessoal do desenvolvedor, pois a partir do momento que seu código poderá ser lido por mais pessoas é esperado que ele seja mais cuidadoso com seu trabalho. Para os usuários também é vantagem o software livre, pois evita a dependência de um fornecedor. Isso traz tanto uma vantagem financeira, dado que normalmente é necessário pagar por novas versões do sistema quando o software é fechado, como também maior liberdade para o usuário, que pode adaptar o software para suas necessidades. É possível corrigir falhas de segurança e bugs, escrever uma documentação melhor ou contratar uma empresa que faça isso independentemente de quem seja o autor original. Além disso se o fornecedor original abandona o projeto, no caso do software fechado não há nada que possa ser feito para continuar o desenvolvimento do projeto, enquanto que no software livre é possível que outro grupo adote o projeto e continue a evolui o código.



Desvantagens do Software livre


Um dos principais motivos que leva uma empresa a optar por um software fechado quando a um similar livre disponível é a ausência de garantias e suporte desse último. As licenças de software livre em geral existem o autor de qualquer responsabilidade tanto quanto é permitido pelas leis do local. Dessa forma em casos em que a empresa precisa fornecer garantias ao seus clientes, ou quando a indisponibilidade de um sistema pode causar grandes prejuízos, pode ser melhor que a empresa adquira uma solução em que eventuais problemas sejam delegados a um fornecedor ou que esse tenha que indenizar a empresa. Além disso grande parte do software fechado disponível também busca em seu contrato se desobrigar de responsabilidades tanto quanto a legislação permite. Qualidade, reputação e imagem também são vistos como desvantagens na adoção do software livre. Quando não há uma empresa de fama por trás do software oferecido, há uma maior dificuldade em avaliar as alternativas, além de um receio de que produto seja abandonado e deixe de oferecer suporte. Também influi negativamente na sua imagem o fato do software estar disponível gratuitamente. Já do ponto de vista de quem produz software, optar pelo modelo aberto pode ser visto como desvantagem á medida  que a propriedade intelectual está exposta. Observa-se que o modelo de negócio tradicional de vender software da mesma forma como se vende qualquer outro produto não funciona bem. É necessário buscar outros modelos de negócio.

Movimento Open Source


Movimento Open Source



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Bruce Perens havia escrito o Debian Free Software Guidelines, para definir o que seria aceito com software livre pela distribuição Debian, dado que havia outras licenças além daquelas propostas pela Free Software Foundation que alegavam serem livres. Eric Raymond relatou Bruce Perens para discutir a ideia de Open Source  e decidiram  a partir daí adaptar o documento Debian Free Software Guidelines  para formar a  Open Source Definition ou Definição de Código Aberto. Eles registraram a marca Open Source e formaram a Open Source Initiative. Stallman também argumenta que a expressão “ código aberto “ tem como significado óbvio simplesmente “ você pode olhar para o código “, o que é um critério muito mais fraco do que a definição de código aberto, que pode ser vista a seguir. Segundo Eric Raymond, devido ao movimento proposto pela Free Sofware Foundation, muitas empresas viam o software livre “anti-capitalista” e eram resistentes em adotá-lo. Ele teve um ideia de mudar a abordagem de como seria apresentado o software livre para pessoas mais conservadoras, e criou o termo Open Source em 1997. Não usando a palavra free, Raymond estava não apenas evitando a confusão com gratuito, como também tirando o termo proposto por Stallman.




Introdução

Código aberto não significa apenas acesso ao código fonte. Os termos de distribuição do software de código aberto devem estar de acordo com os seguintes critérios:

Redistribuição Livre: a licença não deve restringir qualquer das partes de vender ou doar o software como um componente de uma distribuição agregada de software, contendo programas derivados de várias fontes. A licença não deve exigir dinheiro ou qualquer tipo de pagamento para venda.


Código Fonte: o programa deve incluir o código fonte, e deve permitir a distribuição na forma de código fonte bem como na forma de linguagem de programa. Quando alguma forma do produto não é distribuída com o código fonte é necessário haver meios bem divulgados. O código fonte deve ser forma preferencial pela qual um programador alteraria o programa.


Trabalhos Derivados: a licença deve permitir modificações e trabalhos derivados e precisa permitir que eles sejam distribuídos sob os mesmos termos da licença do software original.


Sem Discriminação a Pessoas ou Grupos: A licença não deve discriminar qualquer pessoa ou grupo de pessoas.


Sem Discriminção a Areas de Empreendimento:
A licença não deve restringir qualquer pessoa a fazer uso do programa em uma área de empreendimento específica. Por exemplo, ela não pode restringir o uso do programa comercialmente ou o uso em pesquisas genéticas.


Distruibuição da Licença: Os direitos associados ao programa devem ser aplicáveis a todos para quem o programa é redistribuído, sem a necessidade de execução de licenças adicionais para essas partes.


Definição de Código Aberto:

A Licença não deve restringir outro Software: A licença não deve colocar restrições em outro software que seja distribuído junto com o software licenciado. Por exemplo, a licença não deve exigir que todos outros programas distribuídos no mesmo meio sejam software de código aberto.