Licença Mozilla
Licença Mozilla
Na realidade, um Fire Fox é um panda vermelho, muito parecido com uma raposa que conhecemos, chamado de raposa-de-fogo ou gato-de-fogo. Entretanto, o próprio autor da logomarca, Jon Hicks, afirma que foi inspirado de fato por uma pintura japonesa de uma raposa. Com a ideia tão arraigada da raposa cmo o ícone do Firefox, ela remete ao que o navegador representa: rapidez e agilidade na hora de abrir páginas na internet. Mesmo que não seja exatamente o que você estava pensando, fica difícil de ligar o Firefox a outra figura não para a raposa simpática que tanto conhecemos.
Foi escrita por uma das executivas da Netscape, Mitchell Baker, que tornou-se uma das principais responsáveis pelo projeto Mozilla, atuando como CEO da Fundação Mozilla por um longo período. A licença Mozilla é considerada bem escrita e serviu como modelo para muitas das licenças de software livre comerciais que a seguiram. Ela une características de licenças recípocras e de licenças que dão autorização, portanto também é categorizada como uma licença recíproca que faz parte de tudo. Na licença Mozilla a desmarcação é bastante clara: o código coberto pela licença deve ser redistribuído pelos termos da licença Mozilla, porém esse código também pode ser utilizado em trabalhos ampliados, que podem estar sob outra licença. A lista completa de definições pode ser vista agora:
“uso comercial” significa qualquer distribuição ou outra forma de deixar o software disponível, não se limitando ao uso por empresas;
“contribuidor” recebe uma definição especial nessa licença, diferindo-o tanto do desenvolvedor inicial como também dos usuários comuns que estão usando o projeto;
“executável” é definido de forma ampla, como qualquer coisa que não pe código fonte;
“código fonte” é definido em mais detalhes do que encontramos nas licenças vistas anteriormente. São permitidos patches e também comprimir o arquivo, desde que o software para descompressão esteja largamente disponível gratuitamente.
A licença Mozilla encoraja trabalhos ampliados, até mesmo alguns tipos de projetos que seriam considerados trabalhos derivados pela lei copyright podem usar outra licença, basta que sejam seguidos os termos da MPL, que em linhas gerai requerem apenas que os arquivos que contém código do trabalho original estejam sob a licença MPL.
Porém uma desvantagem da MPL em relação para a LGPL é a incopatibilidade com a GPL. Não é possível juntar dos projetos que estejam sob as licenças MPL e GPL, pois MPL obriga que o código original mantenha-se como MPL e a GPL obriga que o trabalho como um todo e consequentemente cada uma de suas partes seja GPL.
Cade as fontes?
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